Roda de TCI

Relato de uma Roda de Terapia Comunitária Integrativa.

Eu vou contar para o medo que vive em mim o que foi que aprendi na roda de TCI da última segunda-feira.

Aprendi que a mente mente e que acolher o medo ajuda-me a perceber o tamanho dele. Enfim o gigante que eu via era apenas a sombra de um anão!

Assim percebo que sozinha não estou. Tenho atividades, rodas de TCI, livros, muitas coisas que me acompanham para eu não ter que pensar só no medo.

Fica fácil então constatar que nenhum medo é tão grande que eu não possa aguentar. Quando ele estiver a ficar muito, muito grande, alguma coisa acontece e ele se resolve.

Isto é assim, pois ao lado do medo está a coragem. Por incrível que pareça, se o meu medo é de ficar sozinha, aí mesmo é que muitas vezes eu vou estar sozinha. Vou ter a oportunidade para testar a mim mesma e perceber que sou capaz.

Então eu pego o embalo do medo e sigo em frente! Isto vai virando uma bola de neve de medo e coragem e quando eu vejo, já cheguei! Quando paro para olhar pra trás, foi mesmo ele, o tal do medo que me fez ir para frente.

Então não vou deixá-lo me paralisar! Vou conquistá-lo, vou levá-lo bem do meu ladinho.

Vou! Mesmo com medo, eu vou e vou e quando chegar lá, eu vejo. Não vou ficar à espera das condições perfeitas. Vou e quando chegar, eu vejo.

Vivo um dia de cada vez. Presente, hoje, no aqui e agora. Pois percebo que a vida só pode ser vivida no aqui e agora.

No corpo. No meu corpo. Aqui dentro dele, posso encontrar as pessoas que fazem parte do meu clube. Com elas posso me desnudar e observar as camadas a caírem. Vejo então que o medo tinha lá umas coisas para me dizer, para me trazer. Afinal, era meu. Então está tudo bem. 

Saiba mais em: https://tciportugal.webnode.pt/

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